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Assembleia de Deus Belém – Sede

A vitória de Israel

       O desejo dos inimigos do Estado de Israel, é que o povo judeu seja banido de sua terra, a fim de que este território se torne propriedade dos árabes, mulçumanos e palestinos. Já tentaram várias vezes conquistá-lo, mas foram rechaçados impiedosamente. A mais clamorosa derrota foi a que aconteceu na guerra dos seis dias, em 1967, quando Israel subjugou a Síria, Egito, Jordânia e Iraque, apoiados pelo Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

       Na noite do primeiro dia de guerra, metade da força aérea árabe foi destruída; na noite do sexto dia, os exércitos egípcio, sírio e jordaniano foram derrotados. Em menos de uma semana, Israel triplicou seu território: O Egito perdeu a Faixa de Gaza e a Península do Sinai; a Síria, as colinas de Golã; a Jordânia, a Cisjordânia e a parte oriental de Jerusalém, considerada a cidade velha.

       No princípio de 1967, alguns países árabes desfilaram seus exércitos e diversos líderes declararam que varreriam Israel e lançariam seus habitantes no mar Mediterrâneo. A imprensa internacional afirmou que os judeus tinham pouca chance de sobreviver. O mundo assistiria, mais uma vez, de camarote, a mortandade de milhões de israelenses à semelhança do Holocausto ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial.

       O general Mosche Dayan, principal comandante do exército de Israel, declarou, no dia da conquista de Jerusalém: “Nesta manhã, as Forças de Defesa de Israel libertaram Jerusalém. Unificamos Jerusalém, a dividida capital de Israel, e voltamos ao mais sagrado dos nossos Lugares Sagrados, para nunca mais nos separarmos. Nesta hora, digo com muita ênfase: Nesta Hora, estendemos nossa mão em paz aos nossos vizinhos árabes. 

       “E aos nossos concidadãos cristãos e muçulmanos prometemos liberdade e direitos religiosos plenos. Não viemos a Jerusalém por causa dos lugares santos de outras religiões, mas para salvaguardar a totalidade da Cidade Sagrada, e viver aqui em conjunto com os outros, em unidade”. O parlamento israelense aprovou uma lei, em vigor até hoje, a fim de garantir que os lugares santos das outras religiões seriam protegidos de profanação ou violação.

       Os terroristas do Hamas e do Rezbollah precisam entender que não adianta pensar em destruir o Estado de Israel, mesmo protegidos por potências muçulmanas que lhes fornecem armas para guerrearem contra os judeus. O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Todo-poderoso, é General de Guerra, e todos os que desejarem vencer os israelenses, serão derrotados e envergonhados, assim como aconteceu na Guerra dos Seis Dias.

Pr. Antonio Mardonio

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