Templo-sede do Belém esteve repleto de candidatos e familiares na ocasião
Foram dias de intensa comunhão, adoração e gratidão ao Senhor. Entre os dias 18 e 20 de junho, o Círculo de Oração da UFADEB (União Feminina da Assembleia de Deus Ministério do Belém) celebrou seus 45 anos de existência com uma grande festa espiritual realizada na sede do Ministério do Belém, em São Paulo.

Com o tema inspirado no Jubileu de Rubi, simbolizando quatro décadas e meia de história, trabalho e fidelidade, o encontro reuniu milhares de irmãs da capital e da Grande São Paulo em cinco cultos especiais. Sob a coordenação da irmã Lídia Dantas Costa, o evento destacou o valor da mulher cristã que permanece firme na missão de servir, interceder e cuidar da obra do Senhor.
Durante a programação, a irmã Lídia relembrou a trajetória do departamento por meio de fotografias, homenagens e relatos históricos, além de explicar o tema baseado em Provérbios 31.10: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.” A mensagem ressaltou o valor da mulher de oração, que sustenta sua família, sua igreja e sua comunidade por meio da intercessão.
Uma história construída de joelhos dobrados
O Círculo de Oração da Assembleia de Deus Ministério do Belém é um dos departamentos mais tradicionais da igreja. Fundado pela saudosa irmã Wanda Freire da Costa (in memoriam), tornou-se referência pela dedicação à obra de Deus. Atualmente, sob a coordenação da irmã Lídia Dantas Costa, o trabalho continua crescendo por meio da oração, evangelismo, ações sociais e apoio às igrejas locais.

Conhecidas como as “colunas de oração” do Ministério do Belém, as irmãs compreendem que muitas das vitórias da igreja nasceram de joelhos dobrados diante de Deus.
Entre elas está a irmã Rita de Cássia, que ingressou no departamento aos 18 anos, no primeiro ano de existência do grupo, e nunca deixou de participar das comemorações.
“É impossível resumir todas as bênçãos que Deus me deu neste trabalho. Organizo toda a minha rotina para participar dos cultos e Deus sempre me recompensa com muitas experiências espirituais”, testemunhou.
Seu relato traduz o sentimento de milhares de mulheres que encontram no Círculo de Oração um ambiente de fortalecimento espiritual e comunhão.
Mulheres que trabalham e oram
Se a oração é o alicerce do departamento, o trabalho voluntário também é uma de suas marcas. Durante meses, equipes atuaram na organização, recepção, decoração, ensaios do coral, logística, cozinha, segurança, transmissão e apoio às participantes.
A primeira regente do coral, irmã Kátia Silva, resumiu o significado de fazer parte do Círculo de Oração:



“Ser mulher do Círculo de Oração é guerrear, perseverar e nunca desistir. É continuar orando, acreditando que Deus sempre fará o melhor.”
Essa dedicação ficou evidente durante toda a celebração, com dezenas de voluntárias trabalhando nos bastidores para que tudo acontecesse com excelência.
Cinco cultos marcaram o Jubileu de Rubi
A abertura aconteceu em 18 de junho, data em que também foram celebrados os 115 anos da Assembleia de Deus no Brasil. O culto inaugural contou com a ministração do pastor presidente José Wellington Bezerra da Costa.
Na sexta-feira, a Palavra foi ministrada pelo pastor Raduan Izidoro. No sábado, participaram os pastores Eliseu Vicente, Wellington Júnior e Elias Torralbo.





O louvor esteve sob a responsabilidade dos cantores Michelle Delfino, Sumara Santos e Danilo Leite.
Relembrando a história através do louvor
Um dos momentos mais marcantes foi a surpresa preparada pela irmã Lídia Dantas Costa, que incluiu no repertório hinos que marcaram cada década do Círculo de Oração. A iniciativa emocionou as participantes ao relembrar momentos importantes da caminhada do departamento.
Para a regente Cláudia Serpa Silva, revisitar esses louvores foi um dos pontos altos da celebração.
“Poder cantar e relembrar hinos que fizeram parte do nosso passado nos faz pensar o quanto Deus tem cuidado de nós ao longo de todo esse tempo, abençoando nossas vidas e tudo aquilo que fazemos. Foi muito bom poder reviver esse momento.”
Mais do que uma comemoração, o Jubileu de Rubi reafirmou que o Círculo de Oração permanece firme em seu propósito. Enquanto houver mulheres dispostas a dobrar os joelhos diante de Deus, haverá esperança, avivamento e bênçãos para a Igreja do Senhor.











